menu musicoterapeuta parte 1A Musicoterapia tem formação acadêmica específica. Para obter o título de musicoterapeuta é obrigatório cursar a graduação em Musicoterapia.

Os níveis de formação incluem, após a graduação, a especialização, o mestrado, doutorado e pós doutorado.

O musicoterapeuta é capaz de:

– Realizar atendimento musicoterapêutico

– Atuar na orientação de pacientes, clientes, familiares, acompanhantes e cuidadores.

– Desenvolver programas de prevenção, promoção de saúde e qualidade de vida.

– Exercer atividades técnico-científicas através da realização de pesquisas, trabalhos específicos, organização e participação em eventos científicos.

O campo de atuação da musicoterapia abrange as áreas: da educação, empresas e saúde. Atua na Promoção e Prevenção da Saúde, no Tratamento e Reabilitação elevando a qualidade de vida. O atendimento se dá de forma individual ou em grupos atuando em Consultórios, Atendimento Domiciliar, Instituições de Saúde Públicas e Privadas, Instituições de Ensino Públicas e Privadas, Empresas, ONGs, Projetos Sociais, Programas de Promoção de Saúde, Pesquisa e Desenvolvimento, Assessoria e Consultoria

menu musicoterapeuta parte 2FORMAÇÃO

A formação do musicoterapeuta é transdisciplinar, abrangendo e correlacionando os campos que a constitui: Música – Terapia – Saúde. Reconhecida pelo MEC, teve, no Brasil, sua primeira turma de graduação formada em 1972.

Usualmente encontramos no currículo da graduação em Musicoterapia as seguintes disciplinas:

História da música; percepção musical; canto coral; percussão; flauta doce; teclado; violão; musicalização; linguagens artísticas; fundamentos da arte educação; improvisação do som e do corpo; música em musicoterapia; música contemporânea; música popular brasileira; cultura popular brasileira; sociologia; filosofia; antropologia; psicopatologia; psicologia em musicoterapia; terapia pelo movimento; áreas de aplicação da musicoterapia; teorias e técnicas musicoterápicas;
expressão corporal; dinâmica de grupo; seminário de pesquisa; anatomia; neurologia / neurociência; medicina em reabilitação; estágio supervisionado; iniciação científica; ética; trabalho de conclusão de curso.

Devido aos constantes encontros científicos, às descobertas científicas e à própria dinâmica dos cursos acadêmicos, o currículo pode sofrer alterações, sendo adequado às novas tendências e necessidades da profissão.